Paraíso das Cachoeiras e Trilhas

Chapada Diamantina é uma região de serras, situada no centro do estado da Bahia, parte de uma vasta cordilheira conhecida por Cadeia do Espinhaço, sendo um extenso planalto (38 000 km²).
Em suas variadas paisagens, com ecossistemas que incluem a caatinga, cerrado, campos rupestres e até ilhas de mata atlântica, existem diversas áreas de proteção ambiental nas três esferas administrativas - federal, estadual e municipal, tais como o Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Parque Estadual do Morro do Chapéu ou a Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara.
O Morro do Camelo, é uma elevação proeminente situada na cidade brasileira de Palmeiras, na Chapada Diamantina, na Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara que se constitui uma das atrações turísticas do lugar. Tem uma altitude de 1 090 metros, e recebeu este nome por apresentar a silhueta semelhante a um camelo.

Durante a última glaciação, há cerca de 24 mil anos, a Chapada tinha maior umidade e clima mais ameno, sendo então habitada por seres da megafauna, cujos restos foram encontrados em alguns trechos de sua área, e que atestam que a configuração do terreno já era similar à que atualmente se vê.
A localização de mais de quatro mil ossos, dos quais um exemplar de megatério completo, na gruta do Poço Azul inspirou a realização de um premiado documentário intitulado O Brasil da Pré-História: o mistério do Poço Azul, em 2007, exibido em mais de cinquenta países antes de sua estreia na televisão brasileira.
Saiba mais sobre... O Poço Azul
Sítios arqueológicos
O sitio da Serra das Paridas (Lençóis) e a Lapa do Sol (Iraquara), são dois dos pontos com inscrições rupestres que podem ser visitados por turistas.
Em 2016 a emissora pública alemã Zweites Deutsches Fernsehen, com assessoramento científico da Universidade Federal da Bahia, realizou na Chapada várias filmagens para uma série documental chamada Terra X intitulada “Os primeiros americanos”, com a participação de Carlos Etchevarne, visitando os Complexos Arqueológicos Serra das Paridas, em Lençóis, e Lagoa da Velha, em Morro do Chapéu.
Como forma de sistematizar a atividade turística, a cadeia montanhosa foi dividida pela Bahiatursa em três "circuitos" distintos por suas afinidades históricas e culturais: Chapada Norte, com foco em Morro do Chapéu; Circuito do Diamante, abrangendo o PARNA-CD e região circunvizinha e, finalmente, o Circuito do Ouro, abrangendo a Área de Proteção Ambiental da Serra do Barbado e foco em Rio de Contas.

Com mais de quarenta municípios integrando a Zona turística da Chapada Diamantina, a região foi escolhida em 2022 na plataforma "Melhores Destinos" como o melhor lugar a ser visitado no Brasil, e ouviu 15 mil viajantes, brasileiros e estrangeiros, sobre custo-benefício, acolhimento, atrações, gastronomia e segurança.

Com mais de quarenta municípios integrando a Zona turística da Chapada Diamantina, a região foi escolhida em 2022 na plataforma "Melhores Destinos" como o melhor lugar a ser visitado no Brasil, e ouviu 15 mil viajantes, brasileiros e estrangeiros, sobre custo-benefício, acolhimento, atrações, gastronomia e segurança.
O destino baiano ficou com média 8,9 e faturou o primeiro lugar.
A maior nota foi para o item segurança, com 9,2.
O resultado foi apresentado pela comitiva governamental baiana durante a "Bolsa de Turismo de Berlim" de 2023.
★★★ Parque Nacional da Chapada Diamantina
Abreviado como PARNA-CD, é um parque nacional criado em 1985, com uma área de 152 mil hectares na região central da Chapada Diamantina, distribuído pelos municípios de Lençóis, Mucugê, Ibicoara, Andaraí e Palmeiras, no estado da Bahia.
É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O Parque Nacional é uma das joias naturais mais impressionantes do mundo!
Ele oferece um espetáculo visual e sonoro inesquecível.
Em resumo, o Parque Nacional não é apenas uma maravilha natural, mas também um importante patrimônio ecológico que simboliza a importância da conservação ambiental.
Visitar este parque é uma experiência que encanta os sentidos e desperta uma profunda apreciação pela natureza.
O acesso é feito por diversas entradas sem registros precisos sobre visitações.
Ainda assim o ICMBio afirma que a Cachoeira da Fumaça e a Trilha dos Aleixos, onde há controle de acesso, superem os 25 000 e 15 000 visitantes anuais, respectivamente.
Os principais problemas da administração do parque são os incêndios florestais, a regularização fundiária e o controle de visitantes, uma vez que põem em risco a diversidade biológica, atração turística e o abastecimento de água de Salvador por meio do Rio Paraguaçu.


★ Parque Estadual do Morro do Chapéu
é um parque estadual no estado da Bahia que protege uma área do bioma caatinga que abriga interessantes formações geológicas e pinturas rupestres pré-históricas.
As pinturas das grutas dos Brejões, Boa Esperança, Igrejinha e Cristal exigem proteção especial.
O parque fica no município de Morro do Chapéu, Bahia e tem uma área de 46 000 hectares (110 000 acres).
O parque fica em um trecho da Chapada Diamantina de grande beleza cênica e potencial turístico.
O parque contém sub-bacias dos rios Salitre, Jacaré, Utinga e Jacuípe.
Estes, por sua vez, alimentam os rios Paraguaçu e São Francisco.
Foram catalogadas 543 nascentes importantes e o local tem potencial para funcionar como um geoparque.

★ Área de Proteção Ambiental Marimbus-Iraquara
É uma unidade de conservação brasileira do tipo área de proteção ambiental (APA) localizada na Chapada Diamantina.
Foi criada em 1993 e sua área abrange partes dos municípios de Lençóis, Andaraí, Palmeiras, Iraquara e Seabra.
Sua criação foi motivada para proteger as áreas situadas a leste e norte do Parque Nacional da Chapada Diamantina, e que foram excluídas de seu perímetro, como o Quilombo do Remanso, parte do pantanal de Marimbus, lagoas, rios e matas em área de alagadiço situados a leste do parque.

★★ Área de Proteção Ambiental Gruta dos Brejões - Vereda do Romão Gramacho
É uma reserva ambiental localizada na Chapada Diamantina, possuindo uma área total de 11 900 hectares no entorno da lapa dos Brejões, tendo sido criada em 1985.
Localizada na região chamada de Piemonte da Chapada Diamantina, sua área ocupa terras dos municípios de João Dourado, Morro do Chapéu e São Gabriel, fazendo parte do sistema hidrográfico da bacia do São Francisco.
O Morro do Chapéu traz pinturas rupestres de tons amarelos e brancos, como na Pedra do Boiadeiro e na Toca da Figura, e pretos como na Bocaina.
Na Toca da Figura existem representações de animais como quadrúpedes e aves pernaltas, e de plantas e árvores, por exemplo.
Na Bocaina há formas como pontos e traços, retrato de um período em que "surgem figuras com alto grau de elaboração geometrizante" que ele agrupa no chamado período de "Tradição São Francisco", ao passo em que na Toca da Figura estão classificados na "Tradição Nordeste". Esses sítios arqueológicos representam "um cenário de importância científica única", para o Inema.
A Gruta dos Brejões possui uma extensão total de 7 750 m, com uma abertura de entrada de 106 m de altura.
A espeleologia a divide em duas: Brejões I e Brejões II, e a gruta, além das grandes dimensões, "prima em espeleotemas de grande porte".

★ Serra do Sincorá
A Serra do Sincorá é uma cadeia de montanhas situada no estado da Bahia.
Parte integrante da Chapada Diamantina, abriga o Morro do Pai Inácio e as cidades históricas de Lençóis, Palmeiras, Mucugê e Andaraí, constituindo importante sítio geológico, paleontológico e ecológico.
O Sincorá possui a mais alta pluviosidade da Chapada, com nível anual de até 2 200 milímetros.
Possui uma vegetação rica, variada e com um grande número de espécies endêmicas, e os ecossistemas de campos rupestres são mais frequentes dada sua altitude superior aos 800 metros.
A Serra foi o núcleo central da exploração diamantina, em corrida que iniciou-se na década de 1840, gerando o afluxo de dezenas de milhares de exploradores em busca de diamantes que, tendo aflorado a partir de kimberlitos, por aluvião foram levados aos leitos dos rios.


★★ A cachoeira da Fumaça
É uma queda d'água brasileira localizada no município de Palmeiras, no Vale do Capão, interior do Parque Nacional da Chapada Diamantina, região central.
É um dos pontos mais monumentais e mais visitados da Chapada, segundo a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais.
Com seus 340 metros de altura, figura entre as mais altas do país, e dentre estas é aquela que possui o acesso mais fácil.
Situada a uma altitude de 1 280 metros e com uma queda de quase 400 metros em que a água, pela grande altura, não atinge a base na maior parte do ano por causa do vento, oferecendo uma "espetacularidade cênica" ímpar com o fluxo voltando para cima em pequenas gotas com as rajadas de ar vindas do Vale do Capão.

Geologicamente possui características notáveis, a ponto de em 2010 foi sugerida sua inserção como Patrimônio Mundial da UNESCO, por suas geoformas.

Geologicamente possui características notáveis, a ponto de em 2010 foi sugerida sua inserção como Patrimônio Mundial da UNESCO, por suas geoformas.
Fica próxima do povoado de Caetê-Açu e do alto onde principia a queda tem-se uma vista das formações geológicas que caracterizam a região.
A visitação é controlada pela Associação de Condutores do Vale do Capão (ACVVC).
O acesso possui dificuldade razoável pois é uma grande subida, que diminui assim que se chega ao alto da serra.
A trilha que leva à cachoeira a partir de Lençóis possui cerca de 6 quilômetros, e não deve ser percorrida sem o acompanhamento de um guia: em 8 de março de 2023 três turistas israelenses ali se perderam por um dia, até serem resgatados, todos já apresentando sinais de desidratação, por nove homens do Corpo de Bombeiros da cidade de Itaberaba.
Cafeicultura especial e premiada
Em 2018 o SEBRAE informava que o café produzido na Chapada Diamantina, já virou case de sucesso em vários eventos, festivais e concursos nacionais e internacionais.
É tão apreciado, que é exportado para o Vaticano e já virou o café oficial do "Papa Francisco", destacando que dentre os muitos prêmios recebidos pelos produtores chapadenses estava o Cup Of Excellence 2018, um concurso para avaliar cafés especiais. 
Entre os 37 premiados na categoria Pulped Naturals, de cerejas úmidas despolpadas ou descascadas, 46% saíram de cafezais da Chapada.
O café da família Rigno, de Piatã (BA), na Chapada Diamantina, é a única tetracampeã do Cup of Excellence, o Oscar dos cafés, na edição de 2022 dessa modalidade internacional de disputa, dos dez primeiros colocados seis eram de Piatã, que é a cidade situada na maior altitude do Nordeste (1 200 m).
Entre os 37 premiados na categoria Pulped Naturals, de cerejas úmidas despolpadas ou descascadas, 46% saíram de cafezais da Chapada.

Em outubro de 2024 o café chapadense foi o primeiro produto baiano a receber o selo de indicação geográfica com denominação de origem.
Concedido pelo INPI, o selo reconhece o café produzido em vinte e quatro municípios chapadenses após estudos realizados pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, e leva em consideração fatores socioambientais e de solo, que dão características únicas ao sabor da bebida que, segundo o órgão, a tornam “encorpada, adocicada, com acidez cítrica, notas de nozes e chocolate, além de final prolongado”.
Melhores Cidades para se Hospedar e Visitar
Lençóis
A opção mais popular, com ruas de pedra, ótimos restaurantes, pousadas charmosas e aeroporto próximo.
Lençóis se destaca por ser o ponto de apoio mais completo, facilitando o acesso aos principais pontos turísticos, como o Morro do Pai Inácio e a Pratinha.
Conhecida como portal da Chapada Diamantina, Lençóis é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e possui a maior infraestrutura da região, com aeroporto, várias opções de hospedagem, alimentação e agências de turismo.
Lençóis é amplamente considerada a cidade mais bonita e charmosa da Chapada Diamantina, funcionando como ecoturismo na região, com casarões coloniais preservados e excelente infraestrutura turística.

Mucugê
Conhecida pelas casinhas coloridas e o charmoso Cemitério Bizantino, oferece uma atmosfera tranquila e histórica.
A cidade abriga o Parque Municipal de Mucugê (Projeto Sempre Viva): sua área é de 270 hectares.
O Parque Municipal de Mucugê trabalha com várias atividades, como: tais como:
pesquisa em parceria com a UEFS para a reprodução de uma espécie endêmica de sempre-viva (Syngonanthus mucugensis) que está extremamente ameaçada de extinção.
Geoprocessamento e confecção de mapas temáticos de todo o município, o Parque Nacional e várias outras localidades da Chapada Diamantina.
educação ambiental com todas as escolas do município.
Museu Vivo do Garimpo (MVG), principal espaço museológico, de educação patrimonial e de preservação do patrimônio histórico e cultural da região da Chapada Diamantina.

Igatu (Andaraí)
Igatu é um distrito do município de Andaraí, no estado da Bahia, no Brasil.
Possui um casario histórico de pedra, do século XIX, resquício da época do Ciclo do Diamante na região da Chapada Diamantina.
Por esta sua característica, o distrito é conhecido pelo apelido de "Machu Picchu baiana", numa referência à histórica cidade peruana de pedra.
Um ponto turístico interessante é a subida para a Rampa do Caim, caminhada fácil de aproximadamente dez quilômetros, culminando no mirante onde se pode ter uma impressionante vista para os vales do Pati e do Paraguaçu.
Nos últimos anos, Igatu também tem sido muito procurada por escaladores para a prática da escalada esportiva e do boulder. 
Um ponto turístico interessante é a subida para a Rampa do Caim, caminhada fácil de aproximadamente dez quilômetros, culminando no mirante onde se pode ter uma impressionante vista para os vales do Pati e do Paraguaçu.
Ideal para quem busca natureza, sendo base para a Cachoeira do Buracão e Fumacinha.
Palmeiras (Vale do Capão): Famosa pelo clima "zen" e trilhas, como a da Cachoeira da Fumaça.
A cidade é hoje uma das maiores produtoras de café e hortigranjeiro da região Nordeste.
Destacam-se, também, o artesanato, a apicultura e o fabrico de cachaça.
A atividade de ecoturismo vem crescendo e gerando empregos. Também tem destaque a produção de maçã.

Rio de Contas
Uma das cidades mais antigas da Bahia, Rio de Contas é um município brasileiro com sede situada a uma altitude de pouco mais de 1000 metros, possui um dos maiores conjuntos arquitetônicos coloniais do estado e algumas das montanhas mais altas da Região Nordeste do Brasil, motivos pelos quais é um dos principais pontos turísticos do interior da Bahia e integra o polo de turismo ecológico da Chapada Diamantina, além de possuir povoados históricos originados dos antigos garimpos e quilombos.A cidade possui uma grande geodiversidade, além de caracteres especiais de fauna e flora.

Neste sentido possui a Área de Proteção Ambiental da Serra do Barbado junto a territórios de outros cinco municípios, e o Parque Municipal Natural da Serra das Almas, este último entre as divisas com Livramento do Brumado e Érico Cardoso.
Ao norte desta última existe a proposta da criação de um geoparque, provisoriamente denominado "Nascentes do Rio de Contas".

Campings
Onde acampar na chapada diamantina?
Acampamento Selvagem: É necessário pesquisar os locais permitidos e, muitas vezes, contratar guias para travessias críticas (como a do Pati).
Se você está buscando camping na Chapada Diamantina, pode se preparar: essa região é um dos destinos mais incríveis para quem curte natureza de verdade.
A Chapada Diamantina reúne cachoeiras gigantes, trilhas que tiram o fôlego e aquela sensação de liberdade que só acampamento em meio à natureza proporciona.
A Chapada não é só um parque nacional.
É um convite para desacelerar, respirar ar puro e se reconectar com o essencial.
E quando a gente fala de Vale do Capão e Lençóis, estamos falando dos dois pontos mais estratégicos para quem quer montar base e explorar tudo com calma.
O perfil do viajante que se apaixona por aqui? Geralmente é aquele que não tem medo de suar a camisa, adora um bom mochilão e prefere acordar com o som dos pássaros do que com buzina de carro.
Basta escolher bem o camping e ir com o equipamento certo.
No Vale do Capão, você encontra um clima mais alternativo, comunidade acolhedora e trilhas épicas saindo praticamente da porta do camping.
Já Lençóis é a cidade-base clássica, com mais estrutura, comércio e acesso facilitado para quem vem de ônibus ou carro.
Os dois têm vantagens.
A Chapada Diamantina, encanta visitantes do Brasil e do mundo graças a suas riquezas naturais, com paisagens que são um prato cheio para camping.
Dada a sua riqueza natural e importância para o ecossistema local, desde 1985 a Chapada Diamantina tornou-se um Parque Nacional, constituindo-se uma área de preservação ambiental. Ao todo, são 26 municípios na região, sendo alguns dos mais procurados para ecoturismo os municípios de Lençóis e Palmeiras, dotados de famosas atrações naturais.

Dada a sua riqueza natural e importância para o ecossistema local, desde 1985 a Chapada Diamantina tornou-se um Parque Nacional, constituindo-se uma área de preservação ambiental. Ao todo, são 26 municípios na região, sendo alguns dos mais procurados para ecoturismo os municípios de Lençóis e Palmeiras, dotados de famosas atrações naturais.
Campistas encontram várias áreas destinadas a camping na Chapada, que apresentam estruturas das mais variadas.
Há muitas áreas de camping selvagem próximas a rios ou localizadas em trilhas, onde campistas armam barracas ou abrigam-se em sacos de dormir, mas também é possível encontrar campings bem estruturados que cobram preços bem econômicos por noite.
A Chapada Diamantina oferece uma série de opções, desde acampamentos em áreas mais isoladas até espaços mais estruturados, com banheiros e outras comodidades.
Considere o nível de conforto desejado e a proximidade das trilhas e atrações naturais ao selecionar o local para acampar.
Além de desfrutar da beleza natural da região, planeje quais atividades e atrações deseja explorar durante a sua estadia.
Desde trilhas desafiadoras até cachoeiras deslumbrantes, a Chapada Diamantina oferece inúmeras oportunidades para aventuras ao ar livre e contato com a natureza.
Chapada Camping - Área de camping na Bahia- Endereço: BR-242 - Palmeiras, BA. Barracas, Motorhome, cozinha completa, saídas pra trilhas/cachoeiras, Morro do Pai Inácio.

Camping Mucugê - Endereço: BA-142, 100 - Mucugê, BA. camping com toda a estrutura necessária, varias instalações, fogão e pias, chuveiro a gás, espaço amplo e limpo.


Camping Mucugê - Endereço: BA-142, 100 - Mucugê, BA. camping com toda a estrutura necessária, varias instalações, fogão e pias, chuveiro a gás, espaço amplo e limpo.

Camping Diamantino - R. Melquiades Veiga, 16 - Centro, Andaraí - BA. O melhor point de Andaraí pra tudo, gente boa demais, família acolhedora, um ótimo lugar pra acampar, superindicado.


Conclusão
A Chapada Diamantina oferece uma série de opções, desde acampamentos em áreas mais isoladas até espaços mais estruturados, com banheiros e outras comodidades.
Considere o nível de conforto desejado e a proximidade das trilhas e atrações naturais ao selecionar o local para acampar.
Além de desfrutar da beleza natural da região, planeje quais atividades e atrações deseja explorar durante a sua estadia.
Desde trilhas desafiadoras até cachoeiras deslumbrantes, a Chapada Diamantina oferece inúmeras oportunidades para aventuras ao ar livre e contato com a natureza.
Atenção: O blog Camping Selvagem não se responsabiliza por alterações realizadas pelos estabelecimentos (infraestrutura, roteiro, etc.) após o fechamento desta postagem.










